Orlando: felizes para sempre no Magic Kingdom, Universal e Sea World

Olá leitores do Blog #NMV,

Estou novamente aqui para apresentar mais uma dica de uns dos destinos mais visitados no mundo, Orlando! Com a Vila da Bela e da Fera e do espaço da sereia Ariel no Magic Kingdom, na Disney, Orlando se rende às princesas. Mas a Universal também faz a festa com seus malvados favoritos e o SeaWorld com suas montanhas-russas radicais. Confira.

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Faltava meia hora para o início do Wishes, o show de fogos de artifício do Magic Kingdom, e as ruas estavam tomadas por uma multidão que se dirigia para o Castelo da Cinderela. “Por que não vim mais cedo?”, eu pensava, irritada, temendo não conseguir assistir ao espetáculo de um bom ângulo de visão. Eu tinha uma relação amorosa com aquela atração. Conheci a Disney – e os demais parques de Orlando – já adulta, com mais de 30 anos, e a trabalho. Nunca havia me imaginado lá. Achava que tudo seria meio fake e sem graça, como o Mickey. Pois foi diante daquele castelo, em maio de 2010, que Cinderela venceu minha genética e meus olhos viraram chafarizes. “We’ll make a wish and do as dreamers do, and all our wishes will come true”(“Nós vamos fazer um pedido e agir como os sonhadores, e todos os nossos desejos se tornarão realidade”), cantava a personagem enquanto minhas lágrimas rolavam. Pois eu estava agora, quase três anos depois, com meu marido, Wilson, e meu filho, Marcelo, de 1 ano, diante do mesmo show. A Disney, contudo, já não era a mesma. Eu estava ali para conferir o que havia mudado na Fantasyland, a principal área do Magic Kingdom.

O Castelo da Cinderela e as atrações à sua volta continuavam ali. O único brinquedo que havia sido desativado era o Snow White Scary Adventures, uma atração meio sem graça da Branca de Neve que mais parecia um filme de terror. Mas o espaço que fica logo atrás do castelo era completamente novo. Inaugurado em dezembro e batizado de New Fantasyland, ele reúne a Vila da Bela e da Fera e o Castelo da Fera, uma área dedicada à princesa Ariel e um espaço circense que inclui o brinquedo no qual você voa com o Dumbo. “É a maior expansão que já fizemos até hoje”, diz Todd Heiden, diretor internacional de relações públicas da Disney. A ampliação vai até 2014, e o investimento total deve chegar a US$ 425 milhões. Mas já está quase tudo pronto: 70% da nova área se encontra em pleno funcionamento. Faltam apenas a Mina de Diamantes dos Sete Anões, com uma montanha-russa acoplada, prevista para o ano que vem, e um espaço em que princesas como Aurora, Tiana e Rapunzel receberão os visitantes e que deve ficar pronto ainda neste ano (veja na figura mais abaixo).

O Magic Kingdom é o parque temático mais antigo de Orlando e também o mais famoso da Disney em todo o mundo – recebe 17 milhões de visitantes por ano em média. São mais de 40 atrações espalhadas em um terreno de 430 mil metros quadrados, o equivalente a 60 campos de futebol. É nele que estão as principais atrações relacionadas aos contos de fadas; o Castelo da Cinderela, por exemplo, fica ali. No entanto, havia um problema: desde que o parque foi aberto, surgiram novas histórias de princesas e boa parte delas caiu no gosto do público. É o caso da Bela e da Ariel, as mais queridas da geração que cresceu nos anos 1990. Só que não existia mais espaço disponível na área. A solução encontrada pela Disney foi ampliar o local e criar atrações à altura das duas princesas – e também dar mais destaque a personagens que estavam subvalorizados, caso da Branca de Neve.

A Bela e a Fera

Chegamos ao New Fantasyland pela Vila da Bela e a Fera e demos de cara com a Taverna do Gaston, o pretendente da Bela que acaba por se tornar o grande vilão da história. O Gaston, ou melhor, um ator vestido como Gaston, nos recebia. “Olha lá. Fala oi pra ele”, eu disse a meu filho. Gaston olhou para a gente com cara de mau, acenou, e o Marcelo, dado do jeito que é, já esticou os braços pedindo colo. Se não houvesse uma fila de crianças querendo tirar fotos com o sujeito, talvez tivesse rolado. O lugar lembra mesmo uma taverna antiga, com chifres de alce na parede e banquinhos de madeira, e serve um pernilzão para comer com a mão e uma bebida que concorre para ser a versão Disney da cerveja amanteigada do Harry Potter (que de cerveja não tem nada). Essa bebida, a LeFou’s Brew, é uma mistura de suco de maçã com creme de manga e marshmallow – a espuma do topo é que lembra a de uma cerveja.

Um pouco mais à esquerda, no alto de um morro, está o Castelo da Fera, imponente. Pura ilusão de ótica, descobri depois. O castelo é pequeno; suas torres têm no máximo 4 metros de altura, mas, visto de longe, no topo da montanha (de mentirinha), parece enorme. Esse truque se chama perspectiva forçada e é utilizado em várias atrações da Disney, entre elas o próprio Castelo da Cinderela. No pé da montanha fica o restaurante Be Our Guest, que simula a entrada do Castelo da Fera. Ali dentro tudo remete ao cenário do filme: os lustres clássicos, os afrescos no teto… Só me lembrei de que estava em Orlando na hora em que bati o olho no cardápio e vi a imagem de um sanduichão com fitas. Mas é bom que se diga que, à noite, o menu tem inspiração francesa. Mais do que isso, esse é o primeiro restaurante dentro do Magic Kingdom a servir bebidas alcoólicas.

A casa do Maurice, pai da Bela, é também outra atração superconcorrida. A fila estava imensa, mas, graças ao FastPass, o passe fura-fila distribuído nas máquinas espalhadas pelo parque, entramos rapidinho, passando na frente de um monte de gente. Um guia muito simpático nos apresentou a oficina do Maurice, e, depois de usar “palavras mágicas”, o espelho atrás dele se abriu, dando acesso ao castelo, exatamente como no desenho animado. “Bonjour, everyone!” (“Olá, pessoal!”, num misto de francês e inglês), disse então Madame Wardrobe, o guarda-roupa que nos recepciona – um boneco de madeira gigante que mexe os olhos, a boca e a cabeça e ainda sorri para você. “Bonjour”, todos repetem. Ela explica que esse seria um dia especial em que a Bela e a Fera se apaixonariam. E quase todos no recinto (até os adultos) receberam fantasias e ilustrações de papelão para participar da encenação. Seguimos para a biblioteca, onde Lumière, o candelabro falante (uma animação criada por computação gráfica e projetada na estante de livros), nos esperava. E então surge a Bela, linda, no clássico vestido amarelo, brincando com todo mundo e arrancando suspiros. Após a aventura, a garotada fez fila para tirar fotos com a princesa. “De tudo o que vi até agora em Orlando, a casa da Bela foi o que mais gostei”, disse o paulista Igor Baptistella, de 5 anos, que viajava com os pais e o irmão menor, Fernando.

O restaurante Be Our Guest, na Disney, em Orlando
O restaurante Be Our Guest – Foto: Divulgação

Pequena Sereia

O espaço da Pequena Sereia, outra novidade da Fantasyland, fica a alguns metros de distância da Vila da Bela e da Fera. Sua principal atração é o Under the Sea – Journey of the Little Mermaid, um castelinho (do príncipe Eric, par romântico da Ariel) que leva a uma representação do fundo do mar. Subi em uma das conchas gigantes lá dentro e parti para minha jornada. A história da Ariel é contada por meio de bonecos e cenários muito bem-feitinhos. Mas a maior atração, pelo menos para as meninas, fica ao lado do castelo: uma gruta em que a Ariel recebe os fãs e tira fotos com eles. “Esperei tanto por esse momento! Tenho tanta coisa para falar pra ela…”, dizia a paranaense Luísa Souza Santos, de 7 anos, que viajava com a mãe e os avós. Ela usava uma coroa da princesa e, em suas mãos, levava uma varinha mágica. Terminei minha visita ao New Fantasyland no espaço circense do Dumbo e do Pateta, a Storybook Circus. Alguns brinquedos dali já existiam – caso do Carrossel Voador do Dumbo e da montanha-russa do Pateta –, mas ganharam cara nova. E, no Dumbo, atração disputadíssima, não há mais filas: ao entrar, você recebe um pager e vai para uma área enorme de recreação com monitores e jogos. E, quando chega a sua vez, o pager toca, como em alguns restaurantes brasileiros.

“Se você pode sonhar, você pode fazer”, disse Walt Disney ao decidir levantar um reino encantado no meio de uma área pantanosa. Quase ninguém acreditava que seria possível, mas ele foi além: colocou o sonho em prática. Walt Disney não teve tempo de ver sua obra finalizada, já que faleceu em 1966, cinco anos antes da inauguração do complexo Walt Disney World, que incluía o veterano Magic Kingdom. O criador do Mickey, do Pato Donald e de tantos outros personagens que fazem parte do imaginário de tantas gerações era reconhecidamente um visionário, mas talvez ele mesmo se surpreendesse com a tecnologia hoje empregada em seus parques. Os avanços tecnológicos dos últimos anos na área de entretenimento têm transformado as novas atrações em verdadeiras imersões no mundo da fantasia. No New Fantasyland, isso está nos pequenos detalhes. Ao olhar pelas janelas do fundo do restaurante Be Our Guest, por exemplo, você vê uma nevasca mais do que real do lado de fora – obra dos Imagineers, o grupo de 1 400 engenheiros, arquitetos e artistas que cria as atrações dos parques da Disney. A neve revive a cena do filme em que a Bela chega ao castelo da Fera. Outro prodígio, Lumière, o candelabro falante, conversa com você (em inglês) com perfeição tamanha que parece mesmo ser um personagem encantado. Ao mesmo tempo em que ele tem traços característicos de um desenho animado, é tridimensional, movimentando-se como se fizesse parte do mundo real. Segundo Bruce Vaugh, diretor-executivo dos Imagineers, essa é uma das mais avançadas animações de computação gráfica já realizadas por sua equipe.

A entrada do castelinho da Pequena Sereia, na Disney, em Orlando
A entrada do castelinho da Pequena Sereia – Foto: Divulgação

Universal

Os efeitos especiais não se resumem à Disney. Nos parques da Universal, as tecnologias 3D e 4D colocam a gente dentro do filme, interagindo com os personagens. A maior revolução aconteceu em 2010, com o Wizarding World of Harry Potter, no Islands of Adventure. No interior do castelo, além de conversar com Harry, Hermione, Rony e Dumbledore, todos hologramas (imagens tridimensionais criadas por técnicas de iluminação), você voa e derrota os inimigos ao lado do bruxinho – prepare o estômago porque você vai descer, subir, rodar e ficar de ponta-cabeça muitas e muitas vezes em uma montanha-russa que também mistura efeitos especiais de um simulador. Depois dele vieram várias outras atrações. No simulador do Despicable Me Minion Mayhem (no Brasil, Meu Malvado Favorito), inaugurado no fim de 2012 no Universal Studios, os visitantes passam por um “treinamento” para virar minions, aqueles bichinhos amarelos e fofos do desenho animado. Ao entrar, você se senta em cadeiras parecidas com as das montanhas-russas (têm até cinto de segurança) em uma sala de cinema. “Bem, devem passar um filminho para a gente assistir”, pensei. Mas, quando a aventura começou, foi tudo tão rápido que eu já estava fazendo loopings radicais com os tais minions. Nada de filminho.

Em junho, o Universal Studios deve lançar a atração dos Transformers, que vai simular uma batalha entre os Autobots e os Decepticons. As imagens dos robôs gigantes serão projetadas com quatro vezes mais resolução do que as dos brinquedos existentes hoje, afirma a Universal. “Além de investir em tecnologias cada vez melhores, fazemos parcerias com a equipe de produção do filme. O diretor acompanha todo o trabalho, e os personagens são dublados pelos mesmos atores dos filmes”, diz Mark Woodbury, presidente da Universal Creative, o departamento de criação da Universal. E, em 2014, está prevista a expansão da área do Harry Potter. Ela deverá incluir uma nova montanha-russa inspirada no Gringotts (o banco no qual os bruxos guardavam dinheiro e joias), mas nada foi ainda oficialmente revelado. Apostar em sucessos de bilheteria é garantia de lucros altos e parques sempre lotados. Não à toa a Disney já anunciou outra empreitada para 2015: uma área temática no Animal Kingdom inspirada no filme Avatar. O projeto, que conta com a participação de James Cameron, diretor do filme, vai custar US$ 500 milhões – montante maior do que foi investido no New Fantasyland – e deve incluir uma montanha-russa que simula um voo pelo mundo encantado dos personagens azuis.

O parque do Harry Potter
O parque do Harry Potter – Foto: Divulgação

 

Geleiras e pinguins

Uma das grandes novidades previstas para maio, no entanto, não está na Disney nem na Universal, e sim no SeaWorld. O parque vai ganhar uma área gigante na qual será recriado um pedaço da Antártica, com direito a neve e tudo mais. A Antarctica – Empire of the Penguin será a maior empreitada da história do complexo. A bordo de um carrinho com capacidade para oito pessoas, os visitantes vão percorrer réplicas de icebergs gigantes (com gelo de verdade) e colônias de pinguins, tudo a uma temperatura de 1 grau negativo. E, sim, vai ter adrenalina. Em um simulador, você vai escolher a intensidade da aventura que quer encarar (antes de entrar no brinquedo, o visitante informará se deseja um passeio light ou com manobras radicais).

De volta ao começo: três anos depois, lá estava eu, no show do Wishes, vivenciando tudo novamente, como da primeira vez: Sininho sobrevoando o público, os fogos de artifício cortando o céu, as lágrimas deixando o cenário meio mágico, meio nostálgico. Sobre os ombros do Wilson, o Marcelo olhava tudo boquiaberto, sem entender direito o que estava acontecendo. Eu disse a ele que a gente vai voltar quando estiver mais crescidinho. Muita coisa estará diferente, mas, o clima de magia, esse certamente ainda vai estar lá.

LÁ VEM HISTÓRIA

As atrações do New Fantasyland e o que ainda está por vir

Orlando: as atrações do New Fantasyland e o que ainda está por vir

 

1. Casa do Maurice A oficina do pai da Bela tem um espelho mágico que dá acesso ao Castelo da Fera. Ao entrar, você encontra a Madame Wardrobe, um boneco de madeira gigante em formato de guarda-roupa que mexe os olhos e a boca e conversa com os visitantes. Depois todos seguem para a biblioteca, onde são recebidos pelo candelabro Lumière (criado em computação gráfica) e por uma Bela de carne e osso que posa para fotos.

2. Castelo da Fera Trata-se, na verdade, do restaurante Be Our Guest. São três ambientes, todos inspirados no filme. Nas janelas do fundo do salão principal dá para ver uma nevasca do lado de fora, uma simulação da cena em que a Bela chega ao Castelo da Fera. Durante o dia há sanduíches e batata frita no cardápio, mas à noite são servidos pratos franceses. Esse é o primeiro restaurante do Magic Kingdom a servir bebidas alcoólicas.

3. Taverna do Gaston A lanchonete do New Fantasyland lembra uma taverna antiga, com pedra, madeira e chifres de alce na parede. No cardápio estão o Giant Pork Shank (pedaço de pernil para comer com a mão) e a LeFou’s Brew, suco de maçã com marshmallow que parece cerveja. No salão dos fundos há um jogo de dardos que simula uma partida entre Gaston e seu ajudante LeFou.

4. Castelinho do Eric e Gruta da Ariel Também chamado de Under the Sea – Journey of the Little Mermaid, o espaço simula uma viagem ao fundo do mar a bordo de uma concha gigante – na verdade um carrinho que anda bem devagar. Durante a jornada você acompanha a história da Pequena Sereia, com bonecos perfeitinhos cantando e dançando. Ao lado do castelo está a gruta em que a Ariel recebe os fãs e tira fotos com eles.

5. Mina dos Sete Anões Prevista para estrear em 2014, a mina ficará na área central do New Fantasyland. A mina de diamantes em que trabalham Soneca, Dengoso, Feliz, Atchim, Mestre, Zangado e Dunga integrará o cenário de mais uma montanha-russa. O passeio vai terminar na Aldeia dos Sete Anões, onde os visitantes serão recebidos com música pelos anões e também pela doce Branca de Neve.

6. Hall das Princesas Até o segundo semestre deste ano, Cinderela, Aurora, Tiana, Rapunzel e outras princesas da Disney devem ganham um “lar” oficial no Magic Kingdom, ao lado da área circense do Dumbo. Será um castelinho com paredes de pedra, grandes arcos na entrada, lustres, móveis clássicos e retratos das princesas nas paredes. É lá que elas receberão os fãs para posar para fotos, dar autógrafos, distribuir beijinhos etc.

7. Carrossel Voador do Dumbo O brinquedo já existia, mas foi totalmente reformulado. Agora há uma confeitaria perto da entrada, com doces feitos na hora – dá para ver os funcionários fazendo bolinhos no formato dos personagens –, e sumiram as filas. Ao ingressar, você recebe um pager e vai para uma área de recreação com monitores e banquinhos para os adultos descansarem. E, quando chega a sua vez, o pager toca.

Para toda a família

O.k., você decidiu passar as férias em Orlando e quer aproveitar os parques ao máximo com sua família. E então surgem as dúvidas: melhor alugar uma casa ou ficar em um resort dentro dos complexos? Vale a pena comprar um pacote que inclui refeições? Dá para aproveitar o passeio com um bebê de 1 ano? A partir de que idade as crianças aproveitam de verdade as atrações da cidade? Veja, ao lado, respostas para essas dúvidas

  • A partir de 1 ano

A boa notícia: seu filho vai entrar de graça nos parques. Ele também não paga para comer na maioria dos restaurantes. A não tão boa assim: há pouquíssimas atrações voltadas para essa faixa etária. Mesmo assim, os parques têm uma boa infraestrutura para os pequenos. Todos contam com o “espaço-família”, com fraldário, forno de micro-ondas e aquecedor de mamadeira. Também dá para alugar carrinhos (desde US$ 13 por dia) nos parques, mas compensa muito mais comprar um básico (stroller) por US$ 15 no Walmart ou em lojas como aBabies’R’Us. A boa: no Peter Pan’s Flight, no Magic Kingdom, você sobrevoa a Terra do Nunca a bordo de um carrinho bem light. O Cat in the Hat, no Islands of Adventure, é um passeio pelo mundo do Gatola da Cartola. E o Sesame Street, no Busch Gardens, tem brinquedos sob medida para quem só fala “mamã” e “papá” .

  • A partir de 3 anos

Nessa idade a criança já paga ingresso. Há mais atrações voltadas para elas, mas ainda são poucas. Mesmo assim, os pais conseguem se divertir graças ao Baby Swap, serviço presente em todos os parques. Funciona assim: um deles fica em uma sala de espera com a criança, dentro da atração, enquanto o outro se diverte. Depois, troca de lugar, sem pegar mais fila. Para quem tem filhos nessa faixa etária, o melhor é ficar em algum resort dos complexos. Se a ideia for visitar mais parques da Disney, por exemplo, vale ficar em um hotel ali. Com isso, a locomoção e o cansaço serão menores. A boa: o Flight of the Hippogriff (altura mínima: 91 cm), no Wizarding World of Harry Potter (Islands of Adventure), é uma montanha-russa leve que tem bela vista do lugar. No SeaWorld, os carrinhos da Shamu Express (altura mínima: 97 cm) têm o formato da famosa orca.

  • A partir de 6 anos

Vale a pena adquirir o Disney Dining Plan, plano que dá direito a uma determinada quantidade de refeições em vários restaurantes do complexo Disney. Um dos programas inclui refeições com os personagens (desde US$ 60 para adultos e US$ 17 para crianças de 3 a 9 anos; válido para quem compra um pacote com hotel e ingresso). A Universal tem um plano semelhante, o Meal Deal (desde US$ 22 para adultos e US$ 11 para crianças). A boa: o Dine with Disney Princesses (disneyworld.com, desde US$ 35), no qual você faz sua refeição com as princesas no Castelo da Cinderela, no Magic Kingdom, é um dos mais concorridos. No Town Square Theater, também no Magic Kingdom, dá para tirar foto com o Mickey (grátis). E, nessa faixa etária, a garotada já pode ir na montanha-russa Expedition Everest (altura mínima: 1,13 m), no Animal Kingdom.

  • A partir de 8 anos

Com filhos nessa idade, considere alugar uma casa fora dos parques. Assim, pode economizar em estada e em refeições – dá para comprar ingredientes no supermercado e cozinhar em casa. As principais empresas de aluguel são a SVT (svt. com.br), All Star Vacation Homes (allstarvacationhomes.com), Villa Direct (villadirect.com) e Global Resort Homes (globalresorthomes. com). Há diárias desde US$ 120 na alta temporada. A boa: já dá para arriscar brinquedos mais radicais, como o Harry Potter and the Forbidden Journey (altura mínima: 1,22 metro), a montanha-russa do castelo do Harry Potter. No Busch Gardens, o Cheetah Hunt (altura mínima: 1,22 metro) tem carrinhos inspirados em guepardos. No simulador Amazing Adventures of Spider- Man (altura mínima: 1 m), no Islands of Adventure, você enfrenta vilões ao lado do Homem-Aranha.

A partir de 12 anos

A garotada que já completou essa idade quer radicalizar. Por isso, se seu filho quiser repetir a aventura muitas e muitas vezes (e ninguém da família tiver pique para acompanhar), use o serviço fura-fila chamado Single Rider, presente em quase todos os parques. Como sempre sobra um lugar nos brinquedos (pois as famílias fazem questão de ir juntas no mesmo carrinho), quem estiver sozinho pode passar na frente dos outros. A boa: no Islands of Adventure, a Incredible Hulk Coaster (altura mínima: 1,38 metro) vai de 0 a 65 km/h em apenas dois segundos. A bordo da Manta (altura mínima: 1,38 metro), a grande atração do SeaWorld, a sensação é a de estar voando. Quer mais adrenalina? Na SheiKra (altura mínima: 1,38 metro), do Busch Gardens, você enfrenta uma queda livre de 90 graus a 61 metros de altura.

Conheça as atrações mais procuradas na Disney

Saiba como Tirar o Visto Americano

por Rosana Zakabi – VT

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